sexta-feira, 27 de julho de 2012

Alunos Ftc



JUSTIFICATIVA
As histórias em quadrinhos são textos curtos e divertidos. Trazem características gráficas que possibilitam às crianças ler antes de saber fazê-lo convencionalmente: o formato do balão, as cores, os desenhos e símbolos.
Com tudo isso, será necessário um trabalho com leitura, pois os mesmos contribuirão para sanar as dificuldades apresentadas pelos alunos no que diz respeito a essa demanda.                 Favorecendo também um contexto sistemático com esse gênero que desperta tanto o interesse do aluno.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
·         Divertir se com a leitura de história em quadrinhos.
·         Ler mesmo antes de saber fazê-lo convencionalmente.
·         Antecipar por meio de interpretação, análises de imagens e investigação.
·         Localizar informações implícitas em HQ para compreender a intenção do autor.
·         Identificar nos textos palavras de duplo sentido, com recursos do autor para dar humor e um pouco de sarcasmo.
·         Ler respeitando as convenções gráficas desse tipo de texto.
·         Desenvolver a competência leitora.

OBJETIVO GERAL
Valorizar a leitura como fonte de prazer e cultura na escola e na comunidade

DESENVOLVIMENTO
       1-Levantamento de conhecimento prévio.
       2-Listar os personagens conhecidos das histórias em quadrinhos.
       3-Analisar as características dos personagens das histórias em quadrinhos que estão sendo lidas pelos alunos, através da elaboração de cartazes com as informações encontradas.
       4-Leitura compartilhada de Maurício de Souza e Ziraldo, com o propósito de promover uma discussão entre os aspectos relevantes e os HQS.  
       5-Análise das características específicas das histórias em quadrinhos, imagens, onomatopéias...
       6-Leitura compartilhada pelo professor com o propósito de conhecer as histórias e discutir aspectos gráficos dos mesmos (data show ou distribuir cópias da história para cada aluno).
       7-Leitura pelo aluno, para em grupo, responder algumas questões de interpretação do mesmo (planejar previamente), fazendo uma posterior socialização das respostas dos grupos.
       8-Apresentar o vídeo Chico Bento na roça é diferente.
       9-O professor deve proporcionar mais momentos de leitura, principalmente por deleite.

RECURSOS
Gibi, papel, cola, piloto.


AVALIAÇÃO
      Participação, envolvimento e interesse dos alunos durante todo o desenvolvimento da seqüência.
      Saber se os objetivos foram alcançados, e se depois dessas atividades os alunos buscam espontaneamente a leitura de gibis.


Resenha crítica

O texto: Aprender: o desafio reconstrutivo, de autoria de Pedro Demo, encontra-se no módulo Metodologia do Trabalho Científico, da Faculdade de Tecnologia e Ciências FTC ead 2005.
Pedro Demo , brasileiro , PhD em Sociologia , formado pela Universidade de Saarbrücken , Alemanha e pós-doutor pela University of. Califórnia at Los Angeles ( UCLA) 1999 -2000 . Atualmente é professor titular da UnB, Departamento de Serviços Social , publicou as obras : Questões para  a teleducação , Vozes 1998 , Educar pela pesquisa , Autores Associados , 1998 , Conhecimento  Moderno : sobre  ética e intervenção ,  do conhecimento , Desafios modernos para a educação , Aprendizagem no Brasil,ainda muito por fazer,Mediação, Porto Alegre,2004, Pesquisa participante sobre pensar e intervir juntos.Editora Líber Livra,Brasília ,2004.Universidade , Aprendizagem e Avaliação-Horizonte  reconstrutivos.Mediação,Porto Alegre,2004.Metodologia do Conhecimento Científico.Atlas São Paulo,2004 entre outros.
No já referido texto o autor trata a aprendizagem reconstrutiva como um ambiente adequado para que haja um ensino-aprendizagem de sujeitos de cariz  participativos  e autoformativo transformando-se em cidadãos críticos e reflexivos. Atenta também para a pesquisa como ambiente da aprendizagem reconstrutiva onde coloca o aluno no centro do processo e não como o objeto do saber, onde a presença do professor maiêutico é de fundamental importância, mas na condição de coadjuvante não como ator principal porque esse papel cabe ao aluno.
Nos últimos parágrafos desse texto o autor critica a pesquisa na Universidade brasileira chamando-a de mera pesquisa, praticamente voltada para o meio acadêmico não passando de textos, resumindo-se em conversas reprodutivas. Alude também que fazer simplesmente não basta; é mister saber fazer , porque é sempre necessário refazer e a pesquisa apresenta essa vantagem de  formar  sujeitos que  fazem e  refazem o seu conhecimento.
De acordo com as considerações acima citadas pelo autor a respeito do contexto de que nos foi apresentado no texto com bastante clareza e extrema verdade inegável. Considero os temas: Aprender: o desafio reconstrutivo , a pesquisa como ambiente de aprendizagem , os cenários do mundo de Sofia e professores na condição maiêutica  de ensino  como fundamentos importantíssimos para que o ensino brasileiro não decaia mais ainda  e passe do mero ensino , para um ensino crítico e criativo. Concordo quando ele critica o ensino das escolas brasileiras, pois sabemos que continua a acontecer na maioria das instituições de ensino do nosso país apesar de já estarmos no século XXI e o pior com o respaldo da LDB continuam comemorando os magros resultados apresentados pelas provas para satisfazer interesses estrangeiros disfarçados pelas estatísticas do aumento da escolaridade dos cidadãos bem lembrado por Demo em suas alusões.
 Sonho também, num ensino que leve a sujeitos críticos e participativos igual aos de alguns países do 1º mundo, como é o caso dos Estados Unidos bem exemplificados no seu texto pelo autor que a maioria dos seus professores são doutores. Mostrando ainda mais, o descaso de como a educação é encarada no Brasil. Esse texto mostra a todos que fazem parte e contribuem de alguma forma para a educação  um ótimo desafio  e  um imenso caminho a perseguir  para tornar os  futuros cidadãos brasileiros mais críticos e reflexivos.
Esta resenha é indica para auxiliar estudantes e profissionais da área de licenciatura, bem como a outros leitores e pesquisadores que se interessarem pela literatura de obras voltadas para os setores da educação em ampliar a sua formação e, consequentemente, contribuir de alguma forma com a área que atua.      


      REFERENCIAS  BIBLIOGRÁFICAS
DEMO, Pedro .Aprender:o desafio reconstrutivo.Metodologia do Trabalho                                                                             Científico,Salvador,p.76 a 82,FTC,ead,março,2005.

ESCOLA MUNICIPAL RUY BARBOSA
PROJETO: Brincando e aprendendo com Parlenda
EMPREENDIMENTO: Confecção e exposição dos livros parlendas.
PÚBLICO ALVO: Educação Infantil de 6 anos

JUSTIFICATIVA:
             A parlenda é um conjunto de palavras de arrumação rítmica em forma de verso ou não do nosso folclore, misturadas com jogos, adivinhações, brincadeiras ou expressão corporal. Embora existia a expressão “cantar parlendas”, ela é expressa em forma recitativa, falada em grupo, solo ou diálogo, é também um enunciado lúdico pedagógico que diverte e ensina e, pela sua forma ritmo-sonoro motora, desenvolve as condições psicossociais da criança.
            Para aprender ler e escrever é preciso refletir sobre a escrita, o que ela representa e como representa graficamente. E para que haja esse contato, os alunos da Educação Infantil, estarão em conexão com o mundo da leitura e da escrita para apropriarem do processo de letramento.
            Sendo assim, considerando o contexto social dos alunos e a realidade local ao qual estamos inseridos, foi que decidimos trabalhar como proposta de estudo o projeto: Brincando e aprendendo com parlendas, com os alunos da Educação Infantil de 6 anos da Escola Municipal Ruy Barbosa, com a perspectiva de proporcionar o desenvolvimento de habilidades de leitura pelo rápido domínio oral do texto, favorecendo a construção  e a ampliação da base alfabética, através de inúmeras atividades concretas de leitura e escrita de forma lúdica e prazerosa.
            Portanto, o projeto terá como culminância a confecção e exposição do livro Parlendas, para pais, mães de alunos, e toda comunidade, com o propósito social de que todos os participantes conheçam e valorizem os trabalhos dos alunos, fazendo parte dessa cultura.
3- Objetivo Geral:
Desenvolver habilidades de leitura e escrita, apropriando-se da estrutura textual em questão, bem como, construindo e ampliando a base alfabética.
4- Objetivos Específicos:
·         Ler mesmo sem saber ler convencionalmente;
·         Compreender a natureza da relação oral/escrito;
·         Apropriar da estrutura do gênero parlenda;
·         Desenvolver o domínio da linguagem oral para se comunicar com mais clareza e segurança;
·         Ouvir e se posicionar com interesse de acordo o contexto da conversa.

5- Objetivos Conceituais:
·         Conhecer a linguagem e a estrutura do texto em questão;
·         Identificar a progressão temática do texto;
·         Reconhecer e grafar letras;
·         Relacionar o uso da letra maiúscula  do uso da pontuação.

6- Objetivos Procedimentais:
·         Produzir textos levando em consideração os fatores programáticos dos mesmos, os quais definirão a progressão temática;
·         Desenvolver estratégias de leitura;
·         Revisar os textos produzidos com o propósito de melhorá-lo.

7- Objetivos Atitudinais:
·         Desenvolver atitudes cooperativas;
·         Desenvolver atitudes de respeito para com os colegas;
·         Escutar os colegas;
·         Opinar nas questões do grupo procedendo ao entendimento.

8- Conteúdos:
·         Estrutura da parlenda;
·         Leitura pelo professor e leitura pelo aluno;
·         Alfabeto;
·         Rimas;
·         Construção de códigos;
·         Estrofe;
·         Reescrita e revisão textual;
·         Ilustração;
·         Jogos, brincadeiras, dramatizações.


9- Recursos:
·      Cartolina, papel metro,folhas de papel sulfite, canetas coloridas, brinquedos diversos, giz de cera, lápis de cor, tesoura, cola, computador, impressora, retro-projetor, aparelhos CD-DVD, piloto, quadro branco, etc.

10- Desenvolvimento:

1ª ETAPA

1-   Incentivar as crianças a participarem do levantamento do conhecimento prévio, dizendo que trouxe uma surpresa.
2-   Apresentar a surpresa: um cartaz com uma parlenda (a critério do professor).
3-   O professor fará a leitura do texto.
4-   Perguntar se conhecem o texto e qual o gênero textual e se sabem o que é parlenda.
5-   Ter uma conversa dirigida sobre o tipo de texto, explicando às crianças o que é parlenda.
6-   Colocar os alunos em semicírculos e investigar:
·        Quais outras parlendas vocês conhecem?
·        Quais as que mais gostam?
·        Onde aprenderam?
7-   Fazer uma lista em papel metro das parlendas que os alunos conhecem e deixar exposto na sala de aula.


2ª ETAPA

1-    Ter uma conversa dirigida com os alunos falando sobre o projeto.
2-    Propor aos alunos a construção de um livro de parlendas.
3-    Entregar diversos tipos de livros para os alunos analisarem: o formato, a ilustração, a capa, o índice, o autor, apresentação, tipos de letras, páginas, etc.
4-    Após a análise cada grupo deverá apresentar o livro analisado e suas observações.
5-    Discutir como será o livro e como será a exposição.



3ª ETAPA
1-    Confeccionar a capa do livro.
2-    Selecionar as parlendas preferidas pela turma para serem trabalhadas no decorrer do projeto.
3-    Organiza os títulos das parlendas em ordem alfabética em papel metro, expondo-o na sala.
4-    Pedir para os alunos escreverem nos cadernos
Obs: após a produção, revisão e produção dos textos, guardá-los para a confecção do livro.


4ª ETAPA

1-    Explorar a leitura dos títulos das parlendas em cartaz.
2-    Fazer a leitura dos títulos apontando as palavras na medida em que o (a) professor (a) for lendo.
3-    Ler os títulos junto com os alunos.
4-    Solicitar que os alunos identifiquem algumas palavras dos títulos das parlendas, fazendo possíveis intervenções.


5ª ETAPA


1-    Apresentar uma parlenda (a critério do professor) em papel metro.
2-    Fazer a leitura do texto apontando os vocábulos à medida que lê.
3-    Ler a parlenda junto com os alunos.
4-    Incentivar os alunos a memorizarem o texto.
5-    Sugerir a brincadeira da parlenda e brincar com as crianças.
6-    Solicitar aos alunos que ilustrem a parlenda.
Obs: usar essa mesma intervenção para outras parlendas.


6ª ETAPA


1-    Apresentar um cartaz com o texto lacunado.
2-    Ler o texto com os alunos.
3-    Distribuir para os alunos as fichas com as palavras faltosas e o texto lacunado para que os alunos em grupos completem.
4-    Socializar.


7ª ETAPA


1-    Formar grupos produtivos.
2-    Realizar uma cruzadinha com palavras do texto
Obs: alunos alfabéticos sem banco de dados e alunos não alfabéticos com banco de dados.
3-    Socializar.


8ª ETAPA

1- Apresentar uma atividade (caça-palavras) para que os alunos localizem através da leitura as palavras da parlenda trabalhada.
2-    Socializar


9ª ETAPA


1-    Propor a produção do texto parlenda: apresentação, índice, etc.
Obs: recolher os textos para análise.
2-    Revisar cada texto após sua produção.
3-    Propor a produção do texto revisado.
4-    Recolher os textos para a confecção do livro.
5-    Confeccionar o livro de parlendas.


10ª ETAPA


1-    Discutir e ajustar os pontos finais sobre a culminância.
2-    Fazer uma chamada que venha atrair pessoas a participarem do evento.
·         Cartazes com frases: está chegando o dia “D” das parlendas/ vamos brincar com parlendas/ etc. ( espalhados pela escola e fora dela).
·         Parlendas em cartazes espalhados pela escola e fora dela.
·         Avisar os convidados (como será o convite/ o professor poderá trabalhar uma sequência sobre convite anteriormente).
·         Combinar o dia da culminância.
·         Combinar como os convidados serão recepcionados.
3-    Realizar a culminância do projeto (exposição dos livros de parlendas).
4-    Após a culminância (em outro dia) fazer uma reflexão sobre:
·         Se o evento foi bom (apontar pontos positivos e negativos e compartilhar os fatos do evento).





Morrinho Água de Rega